Meus complicados prediletos


BLAHG!
Toque de Recolher - Chris Rocha
Mazinha
Devaneo - Denise
Modafoca
Danilo
André Veloso
O ócio
Chuta o balde
Leis de Murphy
Homem é tudo palhaço
Instante Anterior
Taila
Vai comer ou quer que embrulhe?
Rico - Vácuo com ar
Blog do Zeezo
Chiara
Dj Tonyy - Banherón
Dri Spaca - Historinha
Cláudio - The bitter blog
Fê Ruça - Certas coisas...
Manny - Central de Manicures
Diego - Suspect Behaviour
Ana - Na lavanderia
Amanda - Wannabee
Renata - No Brejo

ENGLISH VERSION


Links


Powered by Blogger

Complicações passadas


O Fingidor - Blogspot
O Fingidor - Blogger
Complicou tudo
Arquivo

Complicando em outras cores




Tatiana, 23 anos. Comunicóloga, crítica, linda, esperta, inteligente e
BEM MODESTA!

[ Domingo, Outubro 26, 2003 ]


TPM

Nesses momentos, quando os holofotes se apagam, que eu me encontro em uma rua escura e deserta. Eu não sei se estou indo ou voltando. Se resgato a história, ou o que sobrou dela, de um momento bom, mas já vivido; ou se recomeço, e substituo todos os antigos personagens e crio mais uma nova história.

A sensação de estar saturada tem sido uma constante nesses últimos tempos.

E não é pelo trabalho, pela energia que ele consome, mas sim pelo resto de tempo livre que tenho e aquilo que eu poderia fazer com ele para meu próprio bem.

Reclusa no meu quarto, após alugar pelo menos uns cinco filmes, eu tenho a oportunidade de mudar tudo, pensar sobre o que eu fui e sou agora, e ver o que posso estar fazendo para alterar o quadro e nada faço. Algumas vezes por preguiça ou comodismo, em outras ocasiões por total falta de coragem mesmo.

Há pelo menos um mês estou analisando o que eu vivi e resolvi tomar algumas atitudes, porém elas não tiveram tanta significância quanto eu gostaria que tivessem, o que mostra que o buraco é bem mais embaixo do que eu imaginava!

Eu preciso de algo mais, que não só o meu medo e vontade, que me impulsione, me faça refletir mais e me traga de volta de onde eu fui parar.


Saiba mais sobre TPM aqui.


Tudo por uma boa causa...


Neste sábado aconteceu um almoço beneficente no Bar Maré Alta no Itaim. Organizado pelo Danilo, este que está na foto comigo e com a Jéssica aqui ao lado, o evento reuniu várias pessoas que contribuiram para uma associação de crianças com câncer. Além disso, foi super divertido.


Depois fomos para uma sorveteria na região da Paulista. Na sequência eu e a Mari nos encontramos com o Paulo, que está neste fim de semana aqui no Brasil, e colocamos os assuntos em dia. Vi as fotos da Hanna e morri de saudades.


Bom, foi isso. Corre corre como sempre, sexta e sábado trabalhando. E, para falar a verdade, eu nem ligo, melhor ter o que fazer, ocupar a mente, do que não ter. Aqui mais uma foto, o Fa e eu no almoço.


[ Quarta-feira, Outubro 22, 2003 ]


Por que ela é assim??

Segunda-feira, evento no Olympia, eu e mais uma pessoa do trabalho (que não posso dar o nome) desempenhando nossas funções. Dia exaustivo, noite de corre-corre. Decidimos que ela (oooops! já sabem que é mulher!) ficaria aqui em casa para irmos juntas para o trabalho dia seguinte.
Até então tudo normal.

Terça-feira, 9 horas da manhã e uma cara de que fomos dormir às 4, nem a água gelada fazia o olho ficar aberto.

A mocinha senta-se ao meu lado na cama após sair do banho. Escuto um barulho de desodorante aerosol...

- MAS EU NÃO TENHO NENHUM DESODORANTE AEROSOL!!!

Olho para o lado e lá está ela com o sovaco cheio de Rexona Efficient, desodorante para pés...

Tá com chulé aí é Jéssica???

(ooops...falei!)



Nada para fazer, na televisão só o Show do Milhão pois não estou com a mínima paciência de ver jogo do Corinthians hoje. Pois bem, a pergunta era:

Qual o aparelho utilizado para medir a altitude de uma aeronave?
1) barômetro
2) tacômetro
3) velocímetro
4) altímetro


A senhora não sabia e, incendivada pelo Seu Silvio, resolveu pedir ajuda dos Universitários que, para surpresa, são da FAAP.

O primeiro universitário, que cursa rádio e Tv, disse o seguinte:

- Não tenho certeza por isso prefiro não opinar.


Agora me digam: ALGUÉM MERECE !!???

[ Sábado, Outubro 18, 2003 ]


Não tive tempo de passar para o blog o que tem sido meus últimos dias. Corre-corre no serviço, novas contratações, mais responsabilidades, sem contar as festas, baladas e viagens. Por fim, acabo dedicando grande parte do meu dia aos assuntos da empresa e meu pessoal definitivamente foi deixado em segundo plano. Nas horas vagas, como os fins de semana, o corpo não agüenta mais fazer nada. Alugo vários filmes e me interno no meu quarto. Não vejo ninguém, nada faço, nada consigo pensar por mais que queira fazer isso. Eu simplesmente entro em casa na sexta-feira às 10 horas e de lá saio na segunda às 9 da manhã.


Tenho várias coisas para fazer, como voltar para a academia, retomar minhas leituras, cuidar da minha saúde que não anda nada bem, ligar para uns amigos que, não que foram esquecidos ou deixados de lado, mas sim que não tive ainda um segundo para poder ir atrás e perguntar como estão. Muitas vezes me sinto sozinha, e quando eu ligo talvez seja tarde demais pois todos já estão tão cheios de planos que também não conseguiram contar comigo para nada.


Tirando isso, tenho aproveitado cada segundo dos meus dias "normais" de trabalho para poder me divertir. Tudo é motivo para festa. Muitas vezes saio de um lugar e vou para outro. Complicado é estar no dia seguinte pronta para o que der e vier, com a cara de quem teve 8 horas de sono tranqüilo.

Estas fotos são da festa de lançamento de uma revista Lissu (Tatiana invadindo a V.O - risos!!). Na de cima eu e a Pri, nesta aqui do lado Marquinhos, a namorada, Gi e Fa.

[ Terça-feira, Outubro 07, 2003 ]


Relembrar nem sempre é viver...ainda bem. Esta música marcou um momento importante na minha vida. Mas é bem provável que esteja postando por não ter mesmo o que falar agora.

What hurts the most

Monica

(...)
Things have changed, they're not the same
And recently you found someone that you
Decided to dedicate your whole life to
And what we had is 'bout to be through

And baby, what hurts the most is letting go
I just want you to know that I love you so
I know things are different now, you've gone and settled down
And I thought for sure you'd always wait me

I'll tell you what hurts the most is I should have took the chance
Boy, when you came to me and offered me your hand
Silly of me I thought I'll always have your heart
I had the chance to have all the love oh, how I'm missing now

I hate that there is someone new
Comin' in and takin' my place
Doin' the things that we used to do
And makin' love to you

And oh, what am I supposed to do
It's killin' me 'cause I want you
And you should have known my love was true
And there's no one else in this world for me but you

[ Domingo, Outubro 05, 2003 ]


Quanto a mim...

O amor passou. Mas conservo-lhe uma afeição inalterável, e não esquecerei nunca - nunca, creia - nem a sua figurinha engraçada e os seus modos de pequenina, nem a sua ternura, a sua dedicação, a sua índole amorável. Pode ser que me engane, e que estas qualidades, que lhe atribúo, fossem uma ilusão minha; mas nem creio que fossem, nem, a terem sido, seria desprimor para mim que lh'as atribuisse.

Não sei o que quer que lhe devolva - cartas ou que mais. Eu preferia não lhe devolver nada, e conservar as suas cartinhas como memória viva de uma passado morto, como todos os passados; como alguma cousa de comovedor numa vida, como a minha, em que o progresso nos anos é par do progresso na infelicidade e na desilusão.

Peço que não faça como a gente vulgar, que é sempre reles; que não me volte a cara quando passe por si, nem tenha de mim uma recordação em que entre o rancor. Fiquemos, um perante o outro, como dois conhecidos desde a infância, que se amaram um pouco quando meninos, e, embora na vida adulta sigam outras afeições e outros caminhos, conservam sempre, num escaninho da alma, a memória profunda do seu amor antigo e inútil.

Que isto de "outras afeições" e de "outros caminhos" é consigo, Ophelinha, e não comigo. O meu destino pertence a outra Lei, de cuja existência a Ophelinha nem sabe, e está subordinado cada vez mais à obediência a Mestres que não permittem nem perdoam.

Não é necessário que compreenda isto. Basta que me conserve com carinho na sua lembrança, como eu, inalteravelmente, a conservarei na minha.


Fernando (Pessoa)

29/XI/1920