[ Quarta-feira, Novembro 26, 2003 ]
Existem certas situações que só um metrô pode proporcionar para você, como encontrar aquele amigo de infância, daquela cidadezinha do interior que frequenta desde que se conhece por gente.
Aí você chega a conclusão de que o mundo inteiro mudou, você então está irreconhecível, não entremos no mérito do "para melhor" ou "para pior", simplesmente considere que mudou, isso já é suficiente...Já a pessoa continua com a mesma cara e os mesmas atitudes...
Vocês se cruzam, trocam olhares, mas seguem como "estranhos conhecidos"...
Atravessa a rua e tudo continua, como se nada MESMO tivesse acontecido.
Ps: deu para notar que eu estou sem criatividade ultimamente?
[ Sexta-feira, Novembro 07, 2003 ]
O excesso faz mal, isso é certo.
E aquela sensação da certeza de nunca poder ter e a confirmação daquilo que apesar de ser uma certeza consciente porém negada, misturada a um sonho repetitivo que alimenta pequenas ilusões também faz mal. Muito mal.
De que adianta o sonho, se ao acordar tudo volta a ser o que era? Só resta a conformação, que não vem logo, ou aquela busca constante por saber onde foi ou o que aconteceu de errado. Quem errou? No íntimo sabe quem ninguém teve culpa, e não há onde achar erro algum, simplesmente é natural, é assim e pronto. Não há por que se questionar.
Está ali, na prateleira parado, como um objeto que não é seu, mas que ninguém também pode comprar. E você passa seus dias numa vigília constante para que ninguém o toque. E que assim seja por todos os dias e noites.
Se fosse uma flor, todo meu egoísmo a teria feito murchar...mas é uma pessoa e por mais que de longe eu a observe, ela se vai... E reaparece quando quer.
Mas o mais importante disso tudo é que eu ainda não aprendi a lidar com todo esse meu excesso e com a certeza de que não vai ser nunca. Por mais que eu tente, que eu force, que me faça presente...não vai ser e eu não sei como começar a esquecer o que não aconteceu.
[ Terça-feira, Novembro 04, 2003 ]
Fotas, fotas, fotitas...
Todo mundo tem notado que esse blog anda ultimamente às moscas. Não tenho tempo e, às vezes, nem assunto para colocar. Mas o mais frequente é a falta de tempo mesmo. As histórias vão se acumulando e quando vou ver nem há mais por que postar aquilo.
Enfim, aqui em cima tem uma foto do evento que o Danilo organizou numa casa chama Lil. Nesta noite o Fabrício e a Patrícia Coelho tocaram durante aproximadamente 40 minutos cada.
Na foto: Fabrício, Maju, eu e Daniel. De lá ainda fomos para a Macao...black music, muita risada e várias revelações na noite.
Devido ao corre-corre que anda meu trabalho, e isso todo mundo sabe pois eu já cansei de falar por aqui, eu mal conseguia sair nos fins de semana.
Fiquei mais ou menos uma mês sem ver o povo da Trash. Toda vez que marcava, acabava não dando certo. Uma das vezes eu cheguei a ir até a porta com a Mari, mas o tamanho da fila nos assustou e o corpo não iria aguentar muito mesmo.
Mas neste último acabei indo sexta e sábado, mesmo podre, pois o Danilo e a Maju acabaram me convencendo (como se isso fosse muito difícil!!!!). E fazia tempo que não me divertia tanto.
Tirando o stress básico que sempre rola no final, a noite foi das clássicas. Senti falta das minhas acompanhantes ( Mari e Chris), mas consegui matar a saudade de todos os outros: Chi, Cris, Chico, Leco, Edu, MP, Medina, Fê, Manny, Adri e família Spaca, Tonyy, Enéas, Família Suave (incluindo Nico, o novo irmão adotado), Dani Moon-Ha, Zeezo e Gigi, Wandeco que sempre toca a minha música(ADORO!!)...logicamente não lembrarei de todos...mas a saudade era a mesma.
Nas fotos acima e ao lado: Danilo e Tati e, na outra, as amigas da Maju, todas muito engraçadas.


Para encerrar: Adri, Rico e Vi, e o fofo do Marcio Pires.
[ Domingo, Novembro 02, 2003 ]
Entreguei...



